Cláudia Marisa é investigadora integrada do IS-UP e professora na ESMAE - Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo. Transitando entre a sociologia e a arte – que, no seu entender, partilham um olhar semelhante sobre o mundo – Cláudia fala-nos das suas inquietações: as desigualdades, a segregação, a desumanização. Ao contrário do "distanciamento brechtiano" que tinha por objetivo acordar e agitar o público, diz-nos que as novas formas de distanciamento e alienação têm servido para nos adormecer. Vê na sociologia um "ato de utopia" e aspira a uma sociedade em que o ser humano não seja somente um "número no Excel". Deseja que se possa recuperar a sensibilidade e possamos ter tempo para contemplar, brincar ou, simplesmente, existir.
Seth M. Holmes, da Universidade de Califórnia - Berkeley, é médico e antropólogo cultural cujo trabalho se centra, em termos gerais, nas hierarquias sociais,...
Helena Vilaça, professora e investigadora do IS-UP, tem dedicado grande parte da sua pesquisa ao estudo do pluralismo religioso. Nesta conversa, fala-nos da importância...
Carlos Manuel Gonçalves é professor catedrático da FLUP e investigador do IS-UP, dedicando grande parte da sua pesquisa ao estudo das profissões, do emprego...