Cláudia Marisa é investigadora integrada do IS-UP e professora na ESMAE - Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo. Transitando entre a sociologia e a arte – que, no seu entender, partilham um olhar semelhante sobre o mundo – Cláudia fala-nos das suas inquietações: as desigualdades, a segregação, a desumanização. Ao contrário do "distanciamento brechtiano" que tinha por objetivo acordar e agitar o público, diz-nos que as novas formas de distanciamento e alienação têm servido para nos adormecer. Vê na sociologia um "ato de utopia" e aspira a uma sociedade em que o ser humano não seja somente um "número no Excel". Deseja que se possa recuperar a sensibilidade e possamos ter tempo para contemplar, brincar ou, simplesmente, existir.
Autor de 20 livros e de mais de 100 artigos ou capítulos, Peter Mayo é professor na Universidade de Malta, onde foi presidente do...
Sara Araújo é investigadora do Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra e professora auxiliar convidada na Faculdade de Economia da mesma universidade....
Ricardo Gouveia é polícia de segurança pública e sociólogo, tendo desenvolvido as suas pesquisas dentro dos estudos de género. Trabalhando na área da violência...